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10/01/2011
31/10/2008
Erros Fatais na Relação Empregado X Empregador
Saiba o que pode levar tudo a perder com o chefe
Veja os 10 erros mais freqüentes que devem ser evitados nessa relação
A relação com o chefe ou superiores merece atenção especial. Objetivos, metas e novos projetos devem ser tratados com prioridade. Algumas vezes, porém, a intimidade com o gestor dá liberdade para o funcionário exagerar no tratamento, nas maneiras de se expressar, brincadeiras e atitudes impulsivas. Muitas vezes essas coisas ultrapassam a barreira e o limite entre chefe e funcionário. Para não deixar dúvidas de como se comportar com o seu superior, o Universia ouviu dez profissionais que comentam os principais erros a serem evitados.
Mentir
"Quando o funcionário mente, o risco do chefe descobrir pode ser fatal. Atitudes como esta geram quebra de confiança. Além disso, a mentira é sinal de falta de profissionalismo. Falar que vai fazer alguma coisa e fazer o contrário ou mesmo dizer que vai a algum lugar e ir para outro, são mentiras que mancham a imagem tornando-a irrecuperável. A depender da gravidade da mentira isso pode até gerar demissão".
Augusto Costa, Diretor Geral da Manpower - Soluções em Recursos Humanos.
Deixar de emitir opinião
"Opiniões que agreguem valor ao que está sendo discutido são importantes para a construção de idéias bem-sucedidas. É preciso, porém, saber o momento certo de emitir uma opinião ou discordar do que o chefe fala. Ao mesmo tempo em que é importante expor seu ponto de vista, deve-se analisar o momento certo de argumentar. Em alguns casos, pode ser mais útil pedir um horário individual para emitir sua opinião ao chefe. Habilidade para falar e sensibilidade para acertar o momento são importantes".
Fernando Figueiredo, vice-presidente da Basf.
Esquecer dos limites
"O funcionário precisa saber que há limites no relacionamento com o chefe e que esse limite não deve ser ultrapassado com comentários excessivos ou brincadeiras de mau gosto. Alguns chefes dão abertura para uma relação mais próxima, mas saber até que ponto ir é fundamental para o funcionário. O chefe pode ser próximo, acessível e conversar com todos, mas ele ainda é o chefe. Entender a relação é uma questão de postura profissional no trabalho".
Fabíola Stetter, coordenadora de seleção da Luandre Consultoria em Recursos Humanos.
Não cumprir prazos
"Prometer algo e não cumprir é sinal de desorganização e desrespeito com os colegas e com o chefe. Tal comportamento também revela falta de comprometimento do funcionário com o trabalho. Se você marcou um compromisso, cumpra. Caso não seja possível entregar uma tarefa no prazo tente negociá-lo com antecedência e não deixe nada para a última hora".
Benedito Rodrigues Pontes, coordenador e professor do curso de pós-graduação em Recursos Humanos da FAAP (Faculdade Armando Álvares Penteado).
Aceitar tudo sem questionar
"Aceitar tudo o que é dito pelo chefe e não contestar é errado. Isso serve tanto para ações, erros de planejamento e de organização, quanto para atitudes comportamentais e de trabalho consideradas grosseiras. Muitas vezes, as ações podem gerar conseqüências negativas. 'Engolir todos os sapos' e não falar sobre algo que te ofendeu, por exemplo, é ruim para os dois lados. Quando o clima está tenso, é sinal de que daí para frente a conversa deixará de ser produtiva, portanto, aguarde o momento adequado para falar o que pensa. Isso mostra maturidade e contribui para o crescimento profissional tanto do chefe como do subordinado".
Luciene Villa Maia, professora de Psicologia da Uniube (Universidade de Uberaba) e consultora de Recursos Humanos.
Ser pessimista
"O funcionário que não enxerga as oportunidades de trabalho e o lado bom das coisas já começa um projeto sem motivação e, conseqüentemente, não terá razões para apresentar bom resultado. Quem é pessimista também tende a 'contaminar' os outros, além de colocar inúmeros empecilhos para o andamento dos projetos. Inevitavelmente, o pessimista cria um ciclo de fracasso em torno de si. Ele reclama de tudo. Logo, não receberá oportunidades do chefe que o indicará para trabalhos menos criativos. Assim, não restará alternativa a não ser continuar a reclamar do sucesso dos outros e de sua estagnação".
Danilo Castro, gerente da divisão de banking e financial service e mercado financeiro da Page Personnel, unidade de negócios da Michael Page.
Faltar e não avisar
"Faltar no trabalho sem avisar mancha sua imagem profissional, além de prejudicar os colegas. Caso haja trabalho a ser feito, certamente ele não ficará a esperar por você, recairá sobre um companheiro de trabalho que pode estar atribulado com as próprias tarefas. Isso significa que você deve ter responsabilidade e que vida pessoal não deve invadir a profissional. Portanto, avise seu chefe quando tiver algo para resolver no horário de expediente e evite transtornos".
Benedito Rodrigues Pontes, coordenador e professor do curso de pós-graduação em Recursos Humanos da FAAP (Faculdade Armando Álvares Penteado).
Desrespeitar a hierarquia
"Hoje, as empresas são fortemente hierarquizadas. Os funcionários devem atentar para essas posições e fazer do respeito por essas regras uma atividade diária. Passar por cima e não respeitar a hierarquia são faltas graves. Os cargos existem para serem respeitados. Sem esta postura, criam-se problemas na vida profissional e o funcionário desrespeitoso acaba mal visto, pois busca informações em outros setores e com outras pessoas que não seus superiores. Se existe hierarquia, respeite-a".
Celso Luiz Dutra, superintendente de atendimento da grande São Paulo do CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola).
Ser impulsivo
"Antes de negar um pedido da chefia, o funcionário deve ponderar a tarefa para qual é designado. Por mais que esteja ocupado e com uma demanda grande de trabalho, é necessário analisar as possibilidades ou alternativas para a situação, além de saber como se expressar para não ter uma atitude impulsiva e negativa. Isso vale tanto para novos projetos e produtos quanto para atividades corriqueiras. É nessa hora que o funcionário deve mostrar que sabe negociar prazos e tarefas, no caso de resposta negativa é preciso ter embasamento na hora da explicação. Portanto, pare, pense e depois aja".
Carla Esteves, gerente de programas de estágios e trainee da Cia de Talentos.
Querer subir rápido de cargo
"O jovem normalmente quer aprender tudo de uma vez e isso leva tempo. Não adianta achar que vai captar tudo o que precisa aprender de uma hora para a outra. É um erro grave ser novo na empresa ou na função e achar que já pode pleitear uma vaga ao lado da chefia. Conquistar um cargo de liderança faz parte de um processo de aprendizagem que deve ser respeitado. A ansiedade deve ser administrada, isso é ter maturidade profissional".
Celso Luiz Dutra, superintendente de atendimento da grande São Paulo do CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola).
Fonte: Universia
24/10/2008
Gestão de Carreira
O que fazer para evitar que a fila ande?
Qualificação e postura podem levar gestor a querer sua permanência no cargo.
Ter uma profissão estável e um emprego que transmita segurança, bem como possibilidades de crescimento e reconhecimento é o sonho de muitas pessoas. A situação pode ser ainda melhor quando a combinação entre a função e o profissional tenha tamanha perfeição que se torna difícil imaginar outra pessoa naquele posto. Mesmo tendo alcançado todos estes objetivos é possível ter garantia de um emprego para sempre? Segundo o professor da Faculdade IBMEC-MG, João Batista Vieira Bonome, essa idéia de ser um profissional insubstituível é apenas mito, mas não significa que não se possa ser competente, afinal como ele explica há diversos profissionais altamente qualificados. Entretanto, acreditar que isso o torne indispensável é um erro.
O fato de ser um profissional qualificado não significa estabilidade no emprego, mas também não é por buscar a qualificação profissional que a pessoa será demitida, como explica Bonome. É um certo paradoxo do mundo corporativo, mas o que acontece, segundo ele, é que o mercado não consegue encaixar este profissional extremamente qualificado dentro das empresas, pois ele possui tantos conhecimentos que já não o enquadram dentro de nenhuma vaga. Esta capacitação que Bonome se refere não diz respeito apenas ao campo da experiência profissional, aborda também características pessoais.
"Partindo do princípio de que todas as pessoas são substituíveis, o profissional muito qualificado tem uma tendência a se manter no mercado de trabalho por muito mais tempo", afirma Bonome. Porém, segundo ele, por mais que a empresa ofereça a este profissional um cargo, existe possibilidade de frustração, pois nenhuma função será equivalente à quantidade de conhecimentos acumulados por ele. Como então é possível lidar com este paradoxo? Como permanecer no mercado por mais tempo se as empresas não estão aptas a estes profissionais? "Hoje, as carreiras profissionais devem ser traçadas pelos próprios profissionais", acredita Bonome. Para ele, é comum que, ao perceber que não há mais função a ser exercida neste mercado, o profissional busque abrir o seu próprio empreendimento.
Para ter destaque perante a quantidade de profissionais que buscam cada vez mais qualificação é importante, segundo Bonome, manter-se atento a algumas atitudes, como a de buscar desafios mesmo onde eles aparentemente não existam e ficar atento a novas carreiras. "Cabe a cada um procurar onde essas carreiras estão. Não existem limites para que se busquem outras qualificações", garante Bonome. Mas é importante ficar atento a alguns erros comuns do mercado de trabalho. Todos sabem da necessidade de se manter uma rede de relacionamentos. Bonome, entretanto, diz que existe a maneira correta de manter esses contatos sem cometer algumas gafes. "As pessoas acham que o network é se relacionar. Surge aquele perfil de que ninguém tem nada contra, mas ninguém tem nada a favor. Acaba tendo uma aproximação só por interesse", acredita Bonome.
O entender da palavra insubstituível também pode ser debatido, segundo a diretora do Instituto Migliori, Regina Migliori, por meio da contribuição que o profissional pode oferecer dentro de determinado cargo. Ele poderá se tornar insubstituível no momento da atuação profissional, mas não significa que não exista outra pessoa que possa exercer aquela função futuramente. Na opinião dela, não faz sentido querer se projetar para o futuro, pois é algo desconhecido e pelo qual não se tem controle. "A tentativa de querer controlar o futuro não permite que a pessoa ofereça tudo à empresa se ela procura guardar seu potencial para o futuro", acredita Regina. Ser insubstituível naquele determinado espaço de tempo dentro da empresa não é sinônimo de inovação. Regina acredita que se encaixar no perfil da empresa é uma habilidade que deve ser valorizada e que poderá dar destaque ao profissional. "Se encaixar em um perfil não é nenhum problema, é um valor humano, é falar a língua de onde se está trabalhando", explica ela.
"Ninguém constrói reputação com foco no futuro. Trata-se do registro daquilo que eu faço ou que eu fiz", afirma Regina. A diretora do instituto explica que é importante construir uma identidade relacionada a três níveis de excelência: técnico e instrumental - que é relacionado às funções específicas -, relacional - que é a forma como se lida com o universo próximo - e o eixo filosófico, que mantêm relação aos valores e princípios do profissional. "Os três são muito importantes, mas as pessoas não podem ficar prisioneiras a eles", afirma ela.
Um grande problema apontado por Regina é que as pessoas tendem a se manter prisioneiras do medo. "Por medo de perder o emprego elas perdem mesmo", acredita a diretora. Para ela, ao se manter refém desta característica, o profissional acaba por deixar de olhar de forma lúcida para as oportunidades de crescimento. Ela acredita que as pessoas crescem mais quando não tem nada garantido. "O desenvolvimento humano cresce quando a gente vai além da nossa vontade, então a gente precisa ter coragem, ter ousadia", afirma Regina.
A professora de administração da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) Mônica Barbosa Gueiros afirma que as pessoas podem desenvolver estratégias de empregabilidade, ou seja, buscar qualificação para se manter inseridas no mercado de trabalho. "É preciso buscar conhecimentos e desenvolver habilidades e atitudes que sejam demandadas pela sua área de atuação. Além disso, o ideal é estar em sintonia com as tendências do negócio aonde se exerce a atividade profissional", afirma Mônica. Ela acredita ser necessário pesquisar, identificar e vislumbrar novos negócios capazes de repercutir direta ou indiretamente na atividade profissional.
"Hoje o profissional tem que ter um olho na sua formação e outro no comportamento dentro da empresa", afirma ela. Para Mônica, é essencial buscar equilibrar essas duas dimensões, já que não adianta ser um bom profissional se não houver postura ética e respeitosa para com a empresa e os colegas de trabalho. Sem estas atitudes, certamente as chances de se manter no emprego serão minimizadas. Ela acredita que o importante seja buscar sempre o aprendizado. "O profissional precisa aprender sozinho com erros e acertos, aprender com os líderes e através deles. Também com os subordinados, e aprender com os colegas de trabalho, ou seja, os pares", afirma a professora. FONTE: UNIVERSIA
09/10/2008
Dicas: Rescisão Contratual
Não queime seu filme na hora de pedir demissão
Saiba quais são os 10 erros mais comuns cometidos ao deixar o emprego
Você decide que está na hora de se desligar da empresa em que trabalha. Seja por motivos de desavença ou por ter conseguido uma colocação melhor em outra companhia, é preciso ficar atento a certos erros corriqueiros que podem ser evitados na hora de pedir demissão. Erros que podem mesmo queimar o filme, ainda que você tenha trabalhado durante anos de maneira exemplar. Se na hora de deixar a empresa você pisar na bola, pode por tudo isso pelo ralo e fechar as portas, além de ser visto como alguém não confiável. Para ajudá-lo, o Universia consultou diversos profissionais do mercado que dão dicas para que as atitudes que você tomar nessa hora não atrapalhem seu futuro profissional.
Falta de preparo para a última conversa
"Quando for pedir demissão estaja preparado. Ou seja, seja direto, objetivo e educado. A primeira pessoa a saber sobre a sua intenção de se desligar da empresa deverá ser o seu chefe imediato. Não é necessário espalhar a notícia pela organização, deixe que a empresa se preocupe com isso. Procure não deixar seu chefe ou a companhia 'na mão', na medida do possível. Ao pedir o seu desligamento, agradeça a oportunidade de ter trabalhado no local, procure ser positivo e, se possível ou necessário, dê sugestões para melhorias no desenvolvimento da empresa." Ezequiel Izidro Duran, Gerente de Recursos Humanos - Instituto Mauá de Tecnologia
Ser precipitado
"Um erro que acontece com freqüência principalmente com pessoas mais jovens é o pedido de demissão feito no calor de uma desavença, seja com superiores, com algum colega de trabalho ou mesmo por alguma questão interna da empresa. Quando se sai sem ter um novo emprego, é mais difícil conseguir outro trabalho e poderá demorar certo tempo para conseguir. Em muitos casos com salário inferior ao recebido anteriormente. Portanto, pedir demissão no calor de uma discussão ou situação não é uma decisão acertada. Depois de passar aquele momento e com a cabeça mais tranqüila, normalmente a pessoa terá a sensação de ter se precipitado, só que será tarde e não conseguirá reverter esta decisão." Mauri Fontes, Analista de Recursos Humanos Sênior - Colgate-Palmolive
Dar detalhes
"Não é necessário dar detalhes demais sobre o novo emprego. É possível ser discreto, não é preciso dizer quanto vai ganhar, as funções que irá exercer e os benefícios que terá. Se portar com discrição sempre garante que o profissional não passe dos limites em nada. Vai manter um padrão para ter sempre portas abertas com aquela empresa, ou aqueles profissionais". Luciana Corrêa, gerente de marketing - Manserv
Falar mal de profissionais ou da empresa
"Nunca fale mal da empresa. As pessoas acham que porque estão saindo podem dizer de tudo, mas ao interromper um contrato de trabalho deve haver bastante maturidade e respeito. Agradeça as experiências que a empresa te proporcionou no tempo em que esteve lá. Jamais fale mal dos profissionais nem da empresa como um todo." Marta Misina, Diretora de Recursos Humanos - Zambon Laboratórios Farmacêuticos
Ficar em dúvida se quer sair da empresa
"Existem pessoas que por qualquer problema encontrado querem pedir demissão. A solução para não se arrepender é ter muita convicção de que não se quer mais trabalhar naquela empresa. Ao pedir demissão, em alguns casos, é oferecida uma contraproposta, como ajustamento, promoção, entre outros. Se você pediu demissão e continuar no trabalho sem ter certeza se era aquilo que queria pode se tornar um profissional desmotivado. Ao ficar neste trabalho, a pessoa pode perder a oportunidade de tentar um novo desafio em outro lugar." Luis Antônio Covo Martines, Especialista em logística - Copersucar
Ser desonesto com seus superiores
"Ao pedir seu desligamento, seja sincero e esclareça os reais motivos cordialmente, demonstrando profissionalismo. Assim será possível deixar as portas abertas para futuros contatos e referências. Também é importante prestar atenção em suas atividades diárias, organizando sua rotina e procurando deixar poucas pendências para seus colegas. Não espalhe a notícia, comunique primeiramente seu superior imediato. O mais correto nesta situação é avisar com certa antecedência para que a empresa possa se preparar e arrumar pessoas para cobrir suas atividades." Andrea Madaleno, Consultora de Desenvolvimento de Recursos Humanos - Bayer SA
Ser grosseiro
"Evite todo tipo de grosserias, como se utilizar de palavras de baixo calão e ataques pessoais. O respeito deve ser sempre mantido independentemente da situação. É ideal ser sempre claro e objetivo, buscar usar sempre a verdade. É necessário expor o porquê se está agindo dessa maneira, mostrar o porquê não se vê mais como parte do escopo da empresa e o porquê de aquele lugar não ser mais interessante para seu crescimento profissional". Raphael Leandro da Silva, Coordenador de Suporte - Accurate Software
Deixar pendências
"Não se deve desmerecer a empresa de onde se está saindo. É sempre bom sair pela porta da frente e evitar deixar algum mal entendido. Esta situação evita mal estar caso algum dia que você venha a voltar à organização. É importante comunicar a companhia com antecedência para que as pessoas não sejam pegas de surpresa, e para que possam colocar outro profissional no lugar. É preciso ser transparente, você deve deixar claro que é uma pessoa de mercado, para que saibam que você está sempre aberto a novos desafios e neste momento estará fora da empresa". Marcelo Santos de Almeida, Supervisor de Vendas - Basf
Mostrar que está saindo por causa de dinheiro
"Um erro grave no momento de pedir demissão é mostrar ao antigo chefe que você está saindo por causa de dinheiro. Isto deixa a impressão de que você não dava valor algum ao seu emprego anterior. Seu chefe pode te encontrar no futuro, além disso, dependendo do andamento da conversa e as necessidades da empresa, pode ser tomado outro rumo do tipo: 'Fica que aumentamos o seu salário'. Sempre deve-se tomar muito cuidado nessa última conversa e mostrar-se muito motivado com a antiga empresa, essa última conversa é primordial." Rafael Medice Lopes da Conceição, Analista de Negócios (TI) - Nazca distribuidora de Cosméticos
Não cumprir o aviso prévio
"Muitas vezes a pessoa pede demissão e amanhã ela já não quer mais vir à empresa, não quer cumprir o aviso prévio. A falta de comprometimento, até mesmo no cumprimento deste período, complica a situação da empresa que tem este tempo para transmitir as funções ao novo funcionário. No caso de ele precisar de uma referência isso vai depor contra e pode até mesmo fechar as portas para oportunidades futuras" Carla Rossi, Coordenadora de Recrutamento e Seleção - Atos Origin
07/10/2008
Cuidados com a boa apresentação
Aparência não é só importante. É fundamental!
A pessoa de sucesso é reconhecida de longe. Não porque tenha um símbolo estampado em si mesma, mas porque sua atitude reflete o sucesso. E atitude inclui o andar, o olhar, as maneiras, os gestos. E a roupa.
As empresas são entidades conservadoras, em sua maioria, e as pesquisas demonstram com clareza que as preferências, em se tratando de aparência pessoal, não só para candidatos a empregos, mas para executivos já contratados, tendem ao tradicional. Com a razoável e compreensível exceção a determinadas carreiras consideradas rebeldes, como a dos publicitários ou dos especialistas em informática, a aparência dos executivos em geral precisa refletir discrição, moderação, sobriedade.
Graças a essa cultura empresarial, a maneira como uma pessoa se veste pode demonstrar, na prática, quanto poder ela possui.
No entanto, não é menos verdade que parecer bem implica sentir-se bem. O que requer muito mais do que usar um terno cinza impecável, camisa de colarinho passado a ferro por profissional e gravata muito bem escolhida. Parecer bem é mais que isso. É ter os ombros alinhados, as costas eretas, o olhar brilhante, o andar correto, a voz pausada e agradável, a postura polida e ao mesmo tempo firme. Mas o exercício do bem-estar começa, efetivamente, com a roupa. Já ensinavam os sábios chineses que a roupa faz o monge. Claro que o ditado é metafórico, e quer dizer somente que a roupa é uma forma de exibir certos códigos de valores. Muitas empresas possuem até políticas internas em relação a vestimentas, e algumas chegam a dar cursos para as os seus executivos, como a Prudential-Bache Securities, dos Estados Unidos. A idéia, segundo os dirigentes, não é ditar a forma com que os executivos devam se vestir, mas estimulá-los a usar o traje que os fará sentir-se bem.
Além de estar com a aparência impecável, é preciso sentir-se seguro para transmitir esta sensação ao selecionador e causar uma boa impressão. O Treinamento de Entrevista poderá ajudá-lo a conquistar bons resultados nas entrevistas.
Fonte: Jornal Carreira & Sucesso
